Siga aquele vaga-lume!
Data de publicação: 23/03/2013 Por Luna Normand “A porta abriu pouco e lentamente, o suficiente apenas para mostrar o rosto do hóspede. O Barão muito pálido, como um doente, teimava em sorrir, mas não devia estar bem porque suas mãos, trêmulas, deixaram cair os jornais. Leo abaixou-se para apanha-los quando viu, sob a cama, dois…
