Falta à literatura brasileira atual uma estrela como Jorge Amado, diz livreiro francês
Para ser mais lida e comentada na França, falta à literatura brasileira contemporânea “uma locomotiva, uma estrela, um autor a um só tempo popular e de estatura, como é hoje o moçambicano Mia Couto” -e foi décadas atrás Jorge Amado (1912-2001), com os 100 mil exemplares de seu “Bahia de Todos os Santos” vendidos no…
