A jornada de Elizabeth Ferreira de Pádua Campos (CRB-6/3276) na Biblioteconomia é um exemplo de como a dedicação acadêmica reflete no sucesso profissional. Formada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Elizabeth não esperou o diploma para mergulhar na área: desde o primeiro período, acumulou experiências em instituições de prestígio como a Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro, Senac, Embrapa, além de atuar em monitorias e iniciação científica.
Essa base permitiu que, logo após a colação de grau, a profissional ingressasse no mercado de trabalho atuando em diversas instituições de ensino e atualmente ela traz toda essa bagagem para o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, no município de Barbacena em Minas Gerais.
A escolha do novo passo na carreira profissional foi motivada pelo acolhimento dos responsáveis pela instituição, que a acolheram desde o primeiro contato, a Bibliotecária fala de como foi recebida pela diretora. “Quando fui selecionada, fiquei muito feliz, pois o colégio me deu total liberdade para trabalhar, me deixaram à vontade para fazer modificações caso necessárias na biblioteca. O clima organizacional foi o que me cativou a aceitar este novo desafio e principalmente o respeito pela minha profissão”, afirma.
Entre suas principais atribuições como Bibliotecária estão a organização do acervo, o desenvolvimento de projetos pedagógicos de incentivo à leitura e auxiliar o corpo docente na utilização do espaço da biblioteca.
Um dos maiores desafios que a Bibliotecária enfrenta é o uso excessivo dos celulares e as fake news. Ela defende que o uso das redes sociais sem um filtro pode gerar mais desinformação do que conhecimento. “O acesso à informação sem filtro é na minha opinião o maior desafio. Quando digo sem filtro, quero dizer que o volume excessivo acaba gerando mais desinformação do que informação. O meu intuito é despertar o senso crítico para que os alunos possam identificar o que é real do que é fake news”, conclui.
Elizabeth destaca a atuação do Conselho Regional de Biblioteconomia 6º Região (CRB-6), o qual, na sua opinião, exerce com excelência o seu papel para a sociedade e para a classe. “Na minha opinião, hoje, o CRB-6 é o melhor, pois ele realmente fiscaliza e regulamenta. Não é apenas um órgão fiscalizador. Ele exerce com maestria a sua função que é fazer com que as leis sejam aplicadas corretamente e que os profissionais sejam respeitados”, afirma.




