No setor de Braille da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, voluntários chamados de ledores encontram deficientes visuais que queiram ler livros ainda não disponíveis em modo adaptado (em áudio ou no alfabeto próprio, em alto relevo). A maior demanda é pelo conteúdo de provas de concursos públicos.
Diferentes grupos de estudos, como o de matemática, português e direito do trabalho, já foram criados. Não é preciso ser especialista em um tema para se tornar ledor. “Já tivemos voluntários adolescentes e também da terceira idade. O importante é ter compromisso”, explica Glicélio Ramos Silva, coordenador do setor.
As reuniões, em dupla ou grupo, são feitas sempre com hora marcada e, para agendar, é preciso comparecer pessoalmente à biblioteca e fazer uma carteirinha, que custa R$ 3,00 e fica pronta na hora. O espaço funciona de segunda a sexta, de 8h às 20h, e aos sábados, de 8h às 12h.
Reunião
No dia 31 de outubro, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, em parceria com a Câmara Mineira do Livro e com a Mais Diferenças (SP), realizará uma reunião com editores, distribuidores e demais interessados para discutir o tema “Edição de Livros Acessíveis”.
Em 2014, a Biblioteca comemora 60 anos e pretende tornar-se modelo de acessibilidade para todas as bibliotecas do país, acreditando que esse é um assunto de extrema importância para a área. A reunião será feita na própria Luiz de Bessa, às 9h30.
Fonte: Catraca Livre.




