Uma equipe egipto-polonesa escavou partes da Bruchion região da cidade mediterrânea e descobriram o que parece ser salas de leituras ou auditório. Há dois mil anos a biblioteca armazenava trabalhos dos maiores pensadores do Mundo Antigo. Entretanto, durante um incêndio trabalhos de Platão, Sócrates e outros foram destruídos.
O anúncio da descoberta foi realizada em uma conferência na Universidade da Califórnia por Zahi Hawass, presidente do Supremo Conselho de Antiguidades do Egito. As13 salas de leituras escavadas poderiam acomodar 5 mil estudantes.
“A elaboração e forma das salas, disse Hawass, era tal que possuía um podium central elevado para leitores. “É a primeira vez que um tal complexo de salões de leitura foi descoberto em um sítio greco-romano em toda área do Mediterrâneo,” ele acrescentou. “É provavelmente a mais antiga universidade do mundo.”
Alexandria foi o maior lugar de aprendizado do Mundo Antigo e considerada por alguns como berço da ciência ocidental. Foi uma pequena vila de pescadores no Delta chamada Rhakotis que Alexandre, o Grande escolheu para ser a nova capital do seu Império. Tornou-se capital do Egito em 320 a.C. e a mais poderosa e influente cidade da região.
Seus governantes construíram um grande farol, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo e famosa Biblioteca de Alexandria. Foi nesta biblioteca que Arquimedes inventou a bomba d´água em parafuso, Eratosthenes mediu o diâmetro da Terra, Euclides as regras da geometria e Ptolomeu escreveu o Almagest, o mais influente livro cientifico sobre a natureza do Universo por 1500 anos.
A Biblioteca teria sido destruída por um incêndio, possivelmente como parte da campanha de Júlio César.
Fonte: Net Historia




