
A nova diretoria do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) está formada. A 19ª gestão atuará, durante o triênio 2022-2024, com os Bibliotecários Fábio Lima Cordeiro – presidente -, Maria Isabel de Jesus Sousa Barreira – vice-presidente -, Patrícia Verônica Nascimento Dias Fernandes – diretora administrativa -, Fernando Braga Ferreira – diretor técnico – e Luiz Otavio Maciel da Silva – diretor financeiro.
A posse dos conselheiros eleitos ocorreu no dia 5 de janeiro com a definição dos cargos que cada conselheiro ocuparia na diretoria, comissões e grupos de trabalho.

Três membros foram designados para cada uma das nove comissões permanentes. Cada comissão foi composta por um coordenador, eleito por maioria de votos na própria comissão e, na falta ou impedimento de qualquer membro, caberá ao presidente designar um substituto.
Confira:
– Comissão de Avaliação de Documentos (CPAD)
Patrícia Verônica Nascimento Dias Fernandes – coordenadora
Maria Lourdes Blatt Ohira
Rosa Zuleide Lima de Brito
– Comissão de Bibliotecas Escolares e Públicas (CBEP)
Maria Lourdes Blatt Ohira – coordenadora
José Alimatéia de Aquino Ramos (CRB-6/580)
Rosa Zuleide Lima de Brito
– Comissão de Divulgação e Valorização Profissional (CDV)
Nelson Oliveira da Silva – coordenador
Fernando Braga Ferreira
Valéria Aparecida Bari
– Comissão de Ensino e Formação Profissional (CENF)
Aldinar Martins Bottentuit – coordenadora
Maria Isabel de Jesus Sousa Barreira
Rosa Zuleide Lima de Brito
– Comissão de Ética Profissional (CEP)
Valéria Martin Valls – coordenadora
Jean Charles Racene dos Santos Martins
José Alimatéia de Aquino Ramos (CRB-6/580)
– Comissão de Fiscalização (CFI)
Anderson Alberto Saldanha Tavares – coordenador
Aldinar Martins Bottentuit
Fernando Braga Ferreira
– Comissão de Legislação e Normas (CLN)
Valéria Aparecida Bari – coordenadora
Aldinar Martins Bottentuit
Maria Isabel de Jesus Sousa Barreira
– Comissão de Licitação (CLI)
Nelson Oliveira da Silva – coordenador
Ailton Moreira da Rocha – pregoeiro
Tatiana de Paula Martins de Souza – autoridade competente
– Comissão de Tomada de Contas (CTC)
Anderson Alberto Saldanha Tavares – coordenador
Maria Lourdes Blatt Ohira
Mariza Martins Coelho (CRB-6/1637)
A gestão também tem duas comissões temporárias e um grupo de trabalho (GT), órgão de apoio técnico, criado para desenvolver ações específicas de natureza transitória ou não. As comissões e o grupo são:
– Comissão de Diversidade e Acessibilidade
Jean Charles Racene dos Santos Martins – coordenador
Aldinar Martins Bottentuit
Valéria Aparecida Bari
Valéria Martin Valls
– Comissão Temporária de Gestão por Indicadores e Relatório para o TCU
Mariza Martins Coelho (CRB-6/1637) – coordenadora
Luiz Otavio Maciel da Silva
Nelson Oliveira da Silva
– Grupo de Trabalho para Estudo da Implantação do Sistema de Informação Eletrônica (SEI)
Nelson Oliveira da Silva – coordenador
Grazieli Demoliner
Guilherme Luiz Cintra Neves
Joana D’Arc de Lima
Marciana Leite Ribeiro
Raffaela Dayane Afonso
Roosewelt Lins Silva
Waney Alves Reis Medeiros (CRB-6/2223)
Expectativas da nova gestão
O atual presidente espera que a gestão seja colaborativa “com conselheiros participativos e atuantes, especialmente, os membros da diretoria. O momento é de entrosamento, pois somos um grupo novo e a maioria é estreante no Conselho Federal. Ter esse perfil de conselheiros é uma boa oportunidade de renovação, mas é também desafiador porque, ao mesmo tempo, que estaremos aprendendo, estaremos colocando ações em prática. Minha expectativa é de que, com o passar do tempo, a gestão estará cada vez mais próxima e coesa”, afirma.
É importante ressaltar que a eleição do CFB ocorre de forma individual, ou seja, não é possível planejar a gestão. O planejamento fica para os primeiros meses, já que cada conselheiro apresentou diversas propostas que precisam ser debatidas entre os demais membros. “Ainda, analisaremos quais serão as prioridades da gestão. Precisamos ouvir as necessidades dos conselhos regionais, sempre focados no fortalecimento do Sistema CFB/CRB. Tudo isso, claro, deverá estar em equilíbrio com o plano de metas e dentro do planejamento orçamentário do CFB”. Apesar de ter claras as ações em conjunto, Cordeiro defenderá suas ideias com ações para a transformação digital dos processos, como forma de melhorar os serviços prestados aos profissionais e uma revisão normativa de determinadas resoluções, facilitando o avanço da fiscalização e de processos gerenciais nos regionais.

Questionado sobre o que significa ser presidente do Conselho Federal, Cordeiro disse: “trata-se de um compromisso com meus colegas de gestão e com aqueles que me incentivaram a me candidatar ao cargo. Há muita cobrança e é preciso muita dedicação. Tenho certeza que minha capacidade, competência e experiência gerencial facilitarão para a fluidez dos processos da melhor forma possível e, assim, em três anos, entregarei, junto com meus colegas da 19º Gestão, um Sistema CFB/CRB fortalecido”.




