
O tradicional Boletim de Biblioteconomia, produzido pelo Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), passou por uma reformulação e agora ganha novo formato e identidade. Com mais dinamismo, linguagem acessível, melhor usabilidade em dispositivos móveis e foco na realidade da profissão, a publicação passa a se chamar Revista Biblioteconomia do Brasil.
A nova edição já está disponível no Repositório Institucional do CFB (colocar o link na palavra Repositório Institucional do CFB: https://repositorio.cfb.org.br/bitstream/123456789/1448/3/REVISTA_CFB_89.FINAL%201%20(1).pdf) e traz reportagens especiais, entrevistas e análises sobre temas atuais da área, além de discutir o papel social das bibliotecas e o impacto da atuação dos Bibliotecários na sociedade.
Com o objetivo de aproximar ainda mais os profissionais e ampliar o alcance das discussões sobre a Biblioteconomia no país, a revista representa um avanço importante na comunicação institucional do CFB e na valorização da profissão.
Segundo Hamilton Vieira de Oliveira, vice-presidente do CFB e membro da Comissão de Divulgação e Valorização Profissional, “um dos principais objetivos é mostrar uma Biblioteconomia dinâmica, potente e comprometida com o melhor interesse social”
Os novos números trarão matérias principais, sem deixar de apresentar temas transversais permanentes como as fiscalização do exercício profissional e as boas práticas em diferentes tipos de biblioteca “É muito importante que possamos nos enxergar, em uma perspectiva nacional, e que possamos nos orgulhar do quanto contribuímos para o aprimoramento de processos socais fundamentais como a educação, a ciência, a cultura e a cidadania”, afirma Hamilton, que alerta para mais novidades nos próximos números.
A ideia da transformação partiu do jornalista Luiz Ribeiro, enquanto o nome da revista foi sugerido por Hamilton Oliveira, vice-presidente do CFB e membro da CDV. O projeto prevê edições digitais adaptadas para leitura em celulares e tablets, com integração a lives temáticas. “Queremos valorizar o conteúdo, atrair estudantes e até quem não é da área”, pontuou Alexsander Borges Ribeiro (CRB-10/1932), coordenador da Comissão de Divulgação e Valorização Profissional (CDV) do CFB.
Segundo ele, a mudança reflete a evolução natural do conteúdo e a busca por maior visibilidade da área. “O Boletim já tinha deixado de ser apenas informativo. O formato e a qualidade estavam muito mais próximos de uma revista”, afirmou. A proposta foi apresentada pela equipe de comunicação do CFB e, segundo Alexsander, foi recebida com entusiasmo. “Foi quase como se tivessem lido nossos pensamentos.”




