
A septuagésima sétima edição do periódico do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) é, ao mesmo tempo, um puxão de orelha e um afago nos bibliotecários brasileiros. Pelas vinte e duas páginas, o leitor é levado a encarar o que é ensinado desde a graduação: é impossível seguir o código de ética da profissão sem olhar verdadeiramente para o outro.
Entre suas matérias, o boletim traz à tona a vulnerabilidade dos grupos minoritários, principalmente os indivíduos LGBTQI+ e os pretos, durante a pandemia do novo coronavírus, com foco no papel do bibliotecário acerca desse cenário; a forma que as redes sociais têm influenciado o trabalho do profissional e a urgência de se atualizar quanto a conceitos de Marketing e das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Por fim, a publicação faz um raio-x do desenvolvimento da Biblioteconomia.
O Coordenador do boletim, Antônio Afonso (CRB-6/2637), explicita a sua animação pela publicação: “ela é feita com muito carinho pela Comissão de Divulgação e Valorização Profissional (CDV). Parafraseando as palavras do nosso Presidente Marcos Miranda: o último boletim fez uma importante reflexão sobre o papel da Biblioteconomia Social diante de questões atuais e urgentes sobre movimento LGBTQIA+, o Movimento Negro na Biblioteconomia, posicionamento digital dos bibliotecários nas redes sociais e nos podcasts e claro abordamos sobre a pandemia e seus impactos no ensino e na saúde. Em breve faremos outro boletim, queremos ajuda e participação de todos para aprofundar temas ligados à pandemia e os impactos do cotidiano dos bibliotecários e das bibliotecas”.
Leia o boletim na íntegra.




