Alinhado às diretrizes do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), o Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) oficializou a composição de sua Comissão Eleitoral, grupo técnico encarregado de coordenar e supervisionar todas as etapas do processo de votação para a nova gestão da autarquia.
A criação e a nomeação dos integrantes cumprem as determinações legais vigentes, assegurando que o pleito ocorra com total imparcialidade e rigor técnico. O papel da comissão é atuar como órgão regulador interno, responsável desde a análise e homologação das chapas concorrentes até a fiscalização do cumprimento dos prazos regimentais e a apuração final dos votos.
A comissão eleitoral foi instituída por meio da Portaria CRB-6 n.º 58/2026, sendo constituída por Bibliotecários registrados que assumem a responsabilidade de garantir que o período eleitoral ocorra de forma democrática sem qualquer interferência na disputa. O colegiado eleitoral é formado por:
- Presidente: Felipe Lopes Alves (CRB-6/2897);
- 1ª Secretária: Edvânia Aparecida de Souza Guedes (CRB-6/1686);
- 2ª Secretária: Josianne Cardoso Prado (CRB-6/2488).
O presidente da comissão fala sobre a dinâmica de trabalho e o alinhamento técnico que é aplicado no pleito. “O trabalho da Comissão exige planejamento, organização e atuação colegiada. Todas as decisões são tomadas de forma técnica e fundamentada, sempre com base na legislação e nas normas eleitorais do Sistema CFB/CRB. A Comissão acompanha rigorosamente o cronograma eleitoral, analisa a documentação apresentada pelas chapas, delibera sobre eventuais questionamentos e fiscaliza o cumprimento das regras durante todo o processo. O alinhamento entre os membros é permanente, buscando uniformidade nas decisões e total respeito aos princípios da legalidade, impessoalidade e transparência”, destaca.
A 1ª secretária expõe os principais desafios logísticos e operacionais enfrentados pela comissão. “Como a eleição será realizada de forma digital, acredito que um dos principais desafios será garantir que a plataforma permaneça estável durante todo o processo e que as informações estejam organizadas de forma clara e de fácil entendimento para os eleitores. Também considero importante acompanhar o cumprimento dos prazos e contribuir para que o processo ocorra com transparência e segurança”, afirma.
Além dos bastidores burocráticos, a atuação da comissão eleitoral serve como a base de sustentação para que a categoria exerça, de forma segura e auditável, o direito de escolher seus representantes. Os diretores e conselheiros eleitos serão os responsáveis por gerenciar o orçamento, planejar as fiscalizações contra o exercício ilegal da profissão e dialogar politicamente com instituições públicas e privadas em defesa das prerrogativas da área.




