Acompanhe as principais publicações da presidência, conselheiros e parceiros do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) na imprensa.

Rádio América entrevista Presidente do CRB-6

Álamo Chaves (CRB-6/2790) participou do programa “Tarde Viva” em entrevista sobre o assunto do momento: o Enem. Em uma conversa descontraída, o Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região de Minas Gerais e Espírito Santo (CRB-6) deu dicas para se preparar para o teste que possibilita o acesso a instituições de ensino públicas e particulares.

O presidente concederá outras entrevistas em breve. Acompanhe todas elas pelos nossos boletim, site e redes sociais.

19ª Gestão do CRB-6.

Perfil do Presidente Álamo Chaves.

PRESIDENTE DO CRB-6 DÁ NOVAS

ENTREVISTAS A RÁDIO AMÉRICA

Mais uma vez, Álamo Chaves conversou sobre um assunto que o move: a educação. No dia 18 de janeiro, o Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região Minas Gerais e Espírito Santo se aprofundou nas variáveis que cercam o Enem.

O bate-papo no programa “Manhã América” rendeu reflexões sobre a prova e conselhos aos estudantes.

Dois dias depois, em 20 de janeiro, Álamo foi novamente convidado pela Rádio para participar da atração “Falando de Vida”. O tema da vez foi a importância da leitura na formação cidadã.

A Rádio América

A emissora foi criada em 1955, pela Arquidiocese de Belo Horizonte, integrando a Rede Catedral de Comunicação Católica. A rádio é uma das estações mineiras mais tradicionais, sendo referência na frequência AM há décadas. Em 2015, a emissora foi definida como rádio da padroeira do estado: Nossa Senhora da Piedade.

A programação da Rádio é pautada pelos pilares de educação, cultura, evangelização e prestação de serviços.

Relembre a primeira entrevista do Presidente Álamo para a Rádio América.

CONSELHEIRA DO CRB-6 FALA SOBRE O DIA NACIONAL DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS À RÁDIO AMÉRICA

Ana Clara Ribeiro Rocha (CRB-6/3235) representou Álamo Chaves (CRB-6/2790), Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região Minas Gerais e Espírito Santo (CRB-6), no programa “Tarde Viva”, da Rádio América.

Além de abordar a relação entre primeiros passos no mundo dos livros e as histórias em quadrinhos, Ana Clara destacou a relevância do bibliotecário na escola e a sua parceria com os pais dos alunos, professores e equipe pedagógica em geral.

Mais entrevistas

No início de janeiro, o Presidente do CRB-6, Álamo Chaves (CRB-6/2790), participou da mesma atração da Rádio América. O assunto do dia foi diferente: o Enem. Após um bate-papo cheio de dicas e reflexões direcionadasaos estudantes, Álamo foi convidado mais duas vezes para conversas na emissora, pautando também a área que o move: a educação.

Rádio América entrevista Presidente do CRB-6.

Presidente do CRB-6 dá novas entrevistas à Rádio América.

GERENTE DO CRB-6 FALA SOBRE CLÁSSICOS DA LITERATURA PARA A RÁDIO AMÉRICA

Fernanda Alvarenga de Assis (CRB-6/2220) teve que mergulhar nos montes de livros assinados por Graciliano Ramos, Cecília Meirelles, entre outros escritores, para prestar a segunda fase do vestibular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 1998. A leitura a levou ao curso de Biblioteconomia e a longevidade do seu amor pela literatura.

Um final feliz, não? Nem todo mundo pensa assim, como mostrou a repórter Janaína Rejjane no bate-papo, que teve como pontapé o comentário recente do youtuber Felipe Neto, no Twitter: “Forçar adolescentes a lerem romantismo e realismo brasileiro é um desserviço das escolas para a literatura. Álvares de Azevedo e Machado de Assis NÃO SÃO PARA ADOLESCENTES! E forçar isso gera jovens que acham literatura um saco”.

A conversa passou pela relevância de obras clássicas para as crianças na escola; a didática literária presente nas salas de aula e a certeza de que “Independentemente da geração, autores como Machado de Assis sempre serão importantes em nossa cultura”, como afirmou Fernanda durante a atração.

Mais entrevistas

No início de janeiro, o Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região Minas Gerais e Espírito Santo (CRB-6), Álamo Chaves (CRB-6/2790), participou do mesmo programa na Rádio América e o assunto foi diferente: o Enem. Após um bate-papo com dicas e reflexões para estudantes, Álamo foi convidado mais duas vezes para conversas na emissora, pautando também a área que o move: a educação.

Rádio América entrevista Presidente do CRB-6.

Presidente do CRB-6 dá novas entrevistas à Rádio América.

A Conselheira Suplente Ana Clara Ribeiro Rocha (CRB-6/3235) foi mais uma representante do Conselho na mesma rádio. A bibliotecária tratou da importância das histórias em quadrinhos na inserção à leitura, no dia nacional do tipo literário.

Conselheira CRB-6 fala sobre o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos à Rádio América

JORNAL HOJE EM DIA ENTREVISTA

PRESIDENTE DO CRB-6

 

 

O Dia Nacional dos Quadrinhos, no último dia 30, levou Álamo Chaves (CRB-6/2790) novamente às páginas dos jornais. Dessa vez, para falar sobre os gibis que, ainda, são pouco reconhecidos como ferramenta importante na alfabetização.

Na entrevista, o Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região Minas Gerais e Espírito Santo (CRB-6) lamentou o uso escasso das HQs em salas de aula e aconselhou os professores a apresentarem histórias em quadrinhos aos alunos: “No caso das crianças, elas são muito atraídas pelo visual. Elas batem o olho num gibi e podem nem ler o que está escrito, mas conseguem entender o que estão vendo. É o que chamamos de letramento informacional. A gente imagina que, a partir dos quadrinhos, elas passem mais facilmente para outros tipos de literatura”, observa Álamo.

Leia a matéria completa abaixo.

 

Histórias em quadrinhos são um estímulo à leitura

 Paulo Henrique Silva

Repórter do Jornal Hoje em Dia

 

Foi num dia 30 de janeiro de 1869 que o desenhista italiano Angelo Agostini, radicado no Brasil, publicou as impressões de um caipira recém-chegado à cidade grande. “As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte” entrou para a história como o primeiro quadrinho do país.

Logo vieram as primeiras “bandas desenhadas” (como os gibis são conhecidos em Portugal) 100% nacionais, entre elas “O Tico Tico” (1905), “O Gibi” (1939) e “A Turma do Pererê” (1960), chegando ao auge do sucesso com os personagens da Turma da Mônica, criação de Mauricio de Sousa que ultrapassou as fronteiras do país.

Apesar da importância que as revistas em quadrinhos ganharam nas últimas décadas, revestidas de um caráter cult e atingindo grande número de leitores adultos, elas ainda são muito estigmatizadas – não são todas as bibliotecas que contam com gibis em seu acervo; quando têm, são poucos exemplares.

“Quadrinho não é inferior à literatura tradicional. Ele é diferente”, salienta Álamo Chaves, presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia para a 6ª Região, que envolve Minas Gerais e Espírito Santo. Ele lamenta a falta de incentivo de professores para o uso de histórias em quadrinhos em sala de aula.

Além da estigmatização, Chaves afirma que existe uma certa dificuldade de compra de gibis por parte das bibliotecas, devido à prioridade de venda em bancas. “Se não for um esforço do bibliotecário ou da equipe da instituição, o aluno acaba ficando sem acesso a eles nas escolas”.

Chaves assinala que os quadrinhos são um ponto de partida para a leitura, tanto para crianças como para adultos. Pelo fato de usarem muitas imagens e um linguajar que, normalmente não se faz presente na literatura tradicional, estabelecem um maior interesse das pessoas para o hábito da ler.

“No caso das  crianças, elas são muito atraídas pelo visual. Elas batem o olho num gibi e podem nem ler o que está escrito, mas conseguem entender o que estão vendo. É o que chamamos de letramento informacional. A gente imagina que, a partir dos quadrinhos, elas passem mais facilmente para outros tipos de literatura”, observa.

Para ele, o quadrinho une leitores completamente diferentes no que ele chama de mundo paralelo. “Você pode  colocar  pessoas de realidades sociais diferentes numa mesma sala, para falar de um quadrinho que gostam, e vai parecer que elas se conhecem desde sempre”, registra o presidente.

Como eles sabem muito sobre um determinado personagem, a impressão é de que vivem numa outra dimensão. ‘Talvez as pessoas que não gostam enxerguem as revistinhas como algo menor, menos importante que a literatura tradicional. Entre um gibi e um romance de Machado de Assis, na dúvida você dará o segundo de presente para alguém que não conhece”.

IMPRENSA REPERCUTE ENTREVISTA

DO PRESIDENTE DO CRB-6

As instituições de ensino foram um dos primeiros espaços a serem fechados após a chegada da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Professores, alunos e todos os outros colaboradores se readequaram a essa nova realidade que completa um ano neste mês. Após 365 dias, como estar novamente nas salas de aula e bibliotecas?

Para o Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região Minas Gerais e Espírito Santo, Álamo Chaves (CRB-6/2790), “O Bibliotecário precisa garantir as medidas de proteção coletivas e individuais mínimas nas bibliotecas – como implementar a aferição da temperatura de servidores, estudantes e colaboradores, assegurar a ventilação do ambiente e disponibilizar meios para que os usuários possam higienizar suas as mãos com água e sabão, ou com álcool em gel 70%, além de assegurar o uso permanente de máscaras de proteção e o distanciamento social”.

As orientações de Álamo não param por aí, confira cada uma delas nos sites abaixo:

Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB)

Notícias Concursos

Portal SEGS

Presidente do CRB-6 fala à Rádio América

Álamo também foi o escolhido para falar sobre aulas pós-pandemia no programa “Tarde Viva”. O bate-papo cheio de dicas passou pelas normas da Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate ao coronavírus até a importância em continuar renovando o ambiente e técnicas implantadas nas bibliotecas.

As falas conversam com a entrevista dada ao CFB. Leia o texto na íntegra.

Por Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB)

Bibliotecários se preparam para a volta às aulas

Profissionais se adaptam para o retorno das atividades de mais um ano letivo atípico devido à pandemia de Covid-19 Os bibliotecários são profissionais que buscam pautar suas ações baseadas em orientações advindas de diretrizes científicas. O principal documento norteador dessas ações é o protocolo de biossegurança elaborado por equipes multidisciplinares da área da saúde e pelas autoridades sanitárias, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), o Ministério da Saúde, as secretarias de saúde, além de prefeituras e governos estaduais. De acordo com Álamo Chaves (CRB-6/2790), Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de Minas Gerais e Espírito Santo (CRB-6), o bibliotecário precisa garantir as medidas de proteção coletivas e individuais mínimas nas bibliotecas – como implementar a aferição da temperatura de servidores, estudantes e colaboradores, assegurar a ventilação do ambiente e disponibilizar meios para que os usuários possam higienizar suas as mãos com água e sabão, ou com álcool em gel 70%, além de assegurar o uso permanente de máscaras de proteção e o distanciamento social. “Acrescento, ainda, a necessidade de uso de equipamentos de proteção individual pelos funcionários das bibliotecas – como avental impermeável, óculos e/ou protetor facial, gorro, máscaras descartáveis, luvas, e também a necessidade de adquirir equipamentos de higienização de livros e assepsia de instrumentos de trabalho”, orienta. Segundo a bibliotecária Marcelly Chrisostimo, o preparo e planejamento começou muito antes da liberação para o retorno às aulas presenciais. “Ao longo dos meses, foi possível observar a grande rede de colaboração e compartilhamento de informações que a classe formou em prol de levantar materiais bibliográficos, estudos de caso e, principalmente, fontes de informações confiáveis para fundamentar a elaboração de protocolos de reabertura que contemplariam as medidas necessárias para possibilitar a reabertura e minimizar o risco de contágio”, conta. Para Elani Araújo, bibliotecária escolar infantil, os profissionais que atuam com a educação de crianças e jovens vivem uma realidade bem desafiadora, como a construção do protocolo de biossegurança. “Foi algo bastante complexo, pois tivemos de repensar sobre tudo à nossa volta e sobre nossas atividades, baseados em outros protocolos já pré-estabelecidos pelas organizações de saúde, estado, cidade e instituição”, explica. “Com a aprovação deste documento norteador, me senti mais segura para retornar presencialmente com a prestação de serviços, uma vez que a instituição nos ofereceu o que era necessário, os colaboradores estavam treinados e as famílias estavam colaborando informando as crianças sobre as novas rotinas e possíveis adaptações”, conta Elani que trabalha na rede privada de ensino em Teresina, Piauí. Os bibliotecários deverão determinar procedimentos de segurança baseados nas orientações estabelecidas nos protocolos. “Um exemplo é a limpeza da biblioteca, que deverá ser reforçada, e a desinfecção de livros emprestados durante a quarentena. Evidentemente, os bibliotecários deverão estabelecer novas rotinas de uso dos espaços das bibliotecas – o que implicará em menos usuários simultâneos – e o treinamento constante da equipe”, diz Álamo Chaves.

Ações e projetos criativos durante a pandemia

Praticamente todas as bibliotecas do país estão se adequando para retomar paulatinamente os serviços presenciais. Em determinado momento, os indicadores sanitários irão se restabelecer e possibilitar esse retorno dos trabalhos. Entretanto, vários projetos e ações surgiram durante a pandemia, com o objetivo de continuar o papel da biblioteca de forma virtual, por exemplo. Por conta das restrições de uso de ambientes compartilhados e do acesso livre às estantes, houve um movimento importante e necessário das bibliotecas para além do espaço físico. De acordo com Marcelly, há relatos de bibliotecários que passaram a ir até as salas de aula (presencial ou virtual) para sessões de contações de histórias e auxílio nas pesquisas escolares. E, claro, além dos esforços incontáveis para garantir que os livros continuassem circulando e os alunos continuassem lendo como drive-thru literário, clube do livro (virtual ou nas salas de aula), gamificação, feiras do livro virtuais e inúmeras atividades adaptadas às novas condições. “Eu acredito que a inovação não é necessariamente a criação de algo novo, mas, sim, a combinação de elementos já existentes propondo melhorias e uma pitada de essência”, diz a bibliotecária Marcelly Chrisostimo. Um bom exemplo é o comunicado de reabertura da biblioteca e seus serviços por meio de autores convidados, informa a bibliotecária Elani Araújo. “Entramos em contato com alguns autores e pedimos para eles lerem um pequeno texto informativo, avisando sobre o retorno das atividades da biblioteca, nas redes sociais da escola. Estamos tendo um bom feedback”, afirma. “Vale ressaltar que, pela minha experiência, os alunos têm nos surpreendido com a postura madura e colaborativa a esse ‘novo normal’. Então, por isso, os vejo muito mais abertos às atividades propostas”, relata Elani. O Presidente do CRB-6, Álamo Chaves, cita o caso da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que investiu mais de R$2 milhões na assinatura de plataformas multidisciplinares de livros digitais para suprir as demandas do ensino remoto. “A UFMG adotou um sistema de atendimentos de forma agendada: o usuário que precisa de um material bibliográfico, como por exemplo, um livro, agenda o empréstimo daquela obra pelo sistema de gestão, disponível no site da biblioteca, e comparece no dia e horário agendados para buscar o material. Todos os funcionários das bibliotecas da UFMG foram treinados para atender seus usuários de forma remota e também para prestar apoio no uso das bases de dados assinadas”, explica. Estratégia parecida foi adotada pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG), que também assinou bases de dados que possibilitam o acesso a quase 20.000 obras. “Uma das plataformas assinadas disponibiliza ferramentas de marcação de texto, páginas e anotações e listas de leitura, além de várias funcionalidades, dentre elas, cartões de estudo, metas de leitura, leitura off-line, impressão de páginas, resenhas, possibilidade de compartilhar citações e trechos interessantes nas redes sociais e text to speech – uma ferramenta de acessibilidade para alunos surdos”, conta Alamo.

Outros projetos de destaque

O presidente do CRB-6 cita outros projetos de destaque desenvolvidos durante a pandemia. Saindo da esfera universitária, Alamo dá o exemplo da Biblioteca Central de Ideias do Instituto Usiminas, na qual os usuários podem realizar o empréstimo de livros por meio de “delivery”. Esse sistema consiste em um motoboy entregar aproximadamente 40 livros solicitados por semana na casa de 20 usuários. E, após duas semanas, o motoboy busca os livros nas casas dos leitores. O acervo de obras da biblioteca está disponível no site da instituição e o usuário também pode fazer contato por e-mail ou telefone. Ou seja, a biblioteca criou uma forma de atender seus usuários sem que eles precisem comparecer presencialmente para realizar o empréstimo. Outra instituição, segundo Alamo, que tem realizado um trabalho interessante na comunidade em que está inserida é a Biblioteca Municipal Adelpho Poli Monjardim, de Vitória (ES), que criou uma versão virtual do projeto “Viagem pela Literatura”, no qual, semanalmente, contadores de histórias trazem uma nova narrativa para que os pais possam ouvir e interagir de forma lúdica com as crianças. O projeto visa incentivar a prática da leitura, além de estimular a imaginação e a criatividade das crianças durante o período de isolamento social. Temos também a Biblioteca Pública de Araxá, na qual o usuário pode interagir e solicitar serviços de forma autônoma. De acordo com Alamo, o acervo é totalmente informatizado e está disponível no site da prefeitura da cidade. O usuário pode consultar a obra pelo site e solicitá-la por um número de WhatsApp. Dessa forma, a biblioteca proporciona que o usuário usufrua dos principais serviços oferecidos, de modo a evitar aglomerações durante o período da pandemia.

PRESIDENTE DO CRB-6 FALA SOBRE

VOLTA ÀS AULAS À RÁDIO AMÉRICA

Álamo Chaves (CRB-6/2790) abordou as variáveis relativas à retomada aos espaços físicos de instituições de ensino no programa “Tarde Viva”. O bate-papo perpassou as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) contra o novo coronavírus e a importação da renovação nas bibliotecas.

Leia.

PRESIDENTE DO CRB-6 FALA À

RECORD SOBRE CLUBE DE LIVROS

Álamo Chaves (CRB-6/2790) abordou como a tecnologia pode ser utilizada para manter conexões literárias durante a pandemia do novo coronavírus. Nas palavras do principal representante do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região Minas Gerais e Espírito Santo (CRB-6), “as pessoas que estão em casa precisavam buscar novas formas de adquirir conhecimento e os materiais virtuais foram a solução para isso”.

Assista.

PRESIDENTE DO CRB-6 ESCREVE PARA

O ESTADO DE MINAS SOBRE

INVESTIMENTO EM BIBLIOTECAS

 

 

Álamo Chaves (CRB-6/2790) conseguiu escapar das armadilhas de frases clichês, como “Um país sem educação não tem futuro”, baseado em dados que comprovam a importância da leitura no desenvolvimento dos alunos. Principalmente, daqueles matriculados em instituições de ensino públicas.

Pelos parágrafos, o Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região Minas Gerais e Espírito Santo (CRB-6) cobrou ação dos vereadores em prol da educação, destacou os benefícios das bibliotecas e citou a aprovação recente do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que aumentou a quantidade de recursos que deverá ser repassada aos estados e municípios.

Para Álamo, os governantes têm muitos desafios frente à pandemia da COVID-19, mas a educação também é essencial para a saúde do sujeito.

Leia o artigo na íntegra.

Recursos do Fundeb para investimentos em bibliotecas

Por Álamo Chaves

Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região Minas Gerais e Espírito Santo (CRB-6)

Há pouco mais de um mês, os 41 vereadores eleitos em 2020 para compor a Câmara Municipal de Belo Horizonte deram início às suas atividades parlamentares. Em uma conjuntura envolvendo crises econômica e sanitária, sabe-se que o desafio deles é enorme. Contudo, por mais árdua que seja a tarefa de legislar neste momento, determinadas pautas, como a educação, não podem ser deixadas de lado. 

Em meio a tantas metas planejadas pelo Plano Nacional de Educação – diretrizes para o desenvolvimento nacional, estadual e municipal da educação -, uma das maiores preocupações que afligem as pessoas que trabalham no segmento é a instalação e manutenção das bibliotecas escolares. 

Embora a lei 12.244, de 2010, exija que escolas públicas e particulares ofereçam, até 2020, bibliotecas com, no mínimo, um título por aluno matriculado, é evidente que isso não foi cumprido.  Conforme apontou o Censo Educacional de 2019, quatro em cada dez escolas de Minas Gerais não têm bibliotecas. 

Considerando que a biblioteca é fundamental para também alfabetizar, educar e informar, além de contribuir para o desenvolvimento econômico, social e cultural dos municípios a longo prazo, urge fazer valer a lei de 2010, sobretudo depois da aprovação recente do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que aumentou a quantidade de recursos que deverá ser repassada aos estados e municípios.

O principal mecanismo de financiamento da educação básica pública funciona como uma combinação de 27 fundos (um de cada estado e do Distrito Federal), do qual a União recolhe 23% sobre o total arrecadado para repassar aos estados, que se encarregam de distribuir aos municípios. Contudo, o dinheiro do Fundeb deve ser destinado exclusivamente à educação básica para promover melhorias de ensino e estrutura.

Em 2020, o repasse do Fundeb para o governo de Minas Gerais foi de quase R$ 180 milhões, de acordo com a Associação Mineira de Municípios. Portanto, ainda que o cenário econômico brasileiro não se mostre positivo, seria uma falácia corroborar com o discurso segundo o qual o poder público não dispõe de capital para possibilitar investimentos nas bibliotecas das escolas municipais, quer seja na construção e reforma do edifício, aquisição de acervos bibliográficos, mobiliários e equipamentos, além da contratação de bibliotecários.

Sendo assim, cabe aos vereadores recém-eleitos a função de articular junto à esfera estadual, apresentando e cobrando a quantia do Fundeb necessária para Belo Horizonte possa investir em bibliotecas, o que possibilitará melhorar os indicadores educacionais e irá melhorar no índice de leitura do brasileiro em idade escolar. O investimento em bibliotecas reflete em melhor Educação e em melhores cidadãos, além de garantir o exercício da democracia.

JORNAL O TEMPO PUBLICA ARTIGO DO

PRESIDENTE DO CRB-6

O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) foi liberado recentemente para uso nas escolas públicas brasileiras. Nesse momento de pandemia é essencial que os locais passem por melhorias para receber os alunos no futuro, o mesmo se aplica às bibliotecas, segundo Álamo Chaves (CRB-6/2790).

No texto “Recursos do Fundeb para investimentos em bibliotecas”, o Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região Minas Gerais e Espírito Santo (CRB-6), destacou a importância da atuação dos vereadores, responsáveis em parte pelo gerenciamento da verba, para que os espaços não sejam renegados.

O mesmo artigo foi publicado no Estado de Minas, como você pode ver aqui.

Leia o texto na íntegra.

Recursos do Fundeb para investimentos em bibliotecas

Por Álamo Chaves

Presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região Minas Gerais e Espírito Santo (CRB-6)

Há pouco mais de um mês, os 41 vereadores eleitos em 2020 para compor a Câmara Municipal de Belo Horizonte deram início às suas atividades parlamentares. Em uma conjuntura envolvendo crises econômica e sanitária, sabe-se que o desafio deles é enorme. Contudo, por mais árdua que seja a tarefa de legislar neste momento, determinadas pautas, como a educação, não podem ser deixadas de lado. 

Em meio a tantas metas planejadas pelo Plano Nacional de Educação – diretrizes para o desenvolvimento nacional, estadual e municipal da educação, uma das maiores preocupações que afligem as pessoas que trabalham no segmento é a instalação e manutenção das bibliotecas escolares. 

Embora a lei 12.244, de 2010, exija que escolas públicas e particulares ofereçam, até 2020, bibliotecas com, no mínimo, um título por aluno matriculado, é evidente que isso não foi cumprido.  Conforme apontou o Censo Educacional de 2019, quatro em cada dez escolas de Minas Gerais não têm bibliotecas. 

Considerando que a biblioteca é fundamental para também alfabetizar, educar e informar, além de contribuir para o desenvolvimento econômico, social e cultural dos municípios a longo prazo, urge fazer valer a lei de 2010, sobretudo depois da aprovação recente do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que aumentou a quantidade de recursos que deverá ser repassada aos estados e municípios.

O principal mecanismo de financiamento da educação básica pública funciona como uma combinação de 27 fundos (um de cada estado e do Distrito Federal), do qual a União recolhe 23% sobre o total arrecadado para repassar aos estados, que se encarregam de distribuir aos municípios. Contudo, o dinheiro do Fundeb deve ser destinado exclusivamente à educação básica para promover melhorias de ensino e estrutura.

Em 2020, o repasse do Fundeb para o governo de Minas Gerais foi de quase R$ 180 milhões, de acordo com a Associação Mineira de Municípios. Portanto, ainda que o cenário econômico brasileiro não se mostre positivo, seria uma falácia corroborar com o discurso segundo o qual o poder público não dispõe de capital para possibilitar investimentos nas bibliotecas das escolas municipais, quer seja na construção e reforma do edifício, aquisição de acervos bibliográficos, mobiliários e equipamentos, além da contratação de bibliotecários.

Sendo assim, cabe aos vereadores recém-eleitos a função de articular junto à esfera estadual, apresentando e cobrando a quantia do Fundeb necessária para Belo Horizonte possa investir em bibliotecas, o que possibilitará melhorar os indicadores educacionais e irá melhorar no índice de leitura do brasileiro em idade escolar. O investimento em bibliotecas reflete em melhor Educação e em melhores cidadãos, além de garantir o exercício da democracia.